Supremo Tribunal Federal avalia liminar sobre eleição indireta no Rio de Janeiro
Análise da decisão de Luiz Fux irá ocorrer em sessão extraordinária virtual nesta quarta-feira.

Hoje, a partir das 18h, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) dará início ao exame de uma liminar emitida pelo ministro Luiz Fux. Essa liminar suspendeu partes de uma legislação que rege a eleição indireta para os cargos de governador e vice-governador no Rio de Janeiro durante os dois anos finais de mandato.
A sessão virtual extraordinária, que se estenderá até a próxima segunda-feira, dia 30, visa decidir se a liminar será confirmada ou não. A decisão de Fux barrou a aplicação de normas que exigiam a desincompatibilização de candidatos 24 horas antes da votação e que determinavam que a escolha do governador e do vice-governador pela Assembleia Legislativa ocorresse de forma nominal e aberta.
✨ Com a recente renúncia do governador Cláudio Castro, que ocorreu na segunda-feira, dia 23, e a renúncia do vice-governador Thiago Pampolha em 2025, configurou-se uma dupla vacância nos cargos, o que demanda a convocação de novas eleições dentro de um prazo de 30 dias.
A urgência para o despacho da liminar foi reconhecida por Fux no último dia 18. Nesta quarta-feira, ele também solicitou a realização de uma sessão extraordinária para deliberar sobre o referendo. O pedido foi acolhido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, que autorizou a abertura da sessão.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de Justiça

Polícia Federal pede prorrogação de inquérito sobre Monark
Investigação avança após dificuldades técnicas no STF

Supremo nega habeas corpus e mantém prisão domiciliar de Bolsonaro
Ministro Dias Toffoli rejeitou solicitação de liberdade para o ex-presidente

Ministro Moraes determina pena a cinco envolvidos em golpe de Estado
Decisão marca o início do cumprimento das penas após ações penais serem finalizadas.

Fachin rejeita pedido de suspeição contra Moraes por atos de 8 de janeiro
Pedido partiu de José Celso Cornolo Junior, réu pela invasão aos Três Poderes.





