Período de migração e desova de peixes se estende até janeiro de 2027 em várias regiões.

A piracema, que é o período de migração e desova dos peixes, já teve início em algumas regiões do Brasil. Em Mato Grosso e na Bacia do Rio Uruguai, o defeso - que é a paralisação temporária da pesca para proteger a reprodução das espécies - começou em 1º de outubro e se estenderá até janeiro de 2027.
Em Mato Grosso, o defeso é regulado por uma regra estadual. Na Bacia do Rio Uruguai, que inclui áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, a normativa é federal. Essa regulamentação estabelece que, em Mato Grosso, o defeso vai até 31 de janeiro de 2027, conforme estipulado pelo Conselho Estadual de Pesca (Cepesca).
As bacias que fazem divisa com outras unidades da Federação poderão ter normas federais com datas distintas. Na Bacia do Rio Uruguai, o defeso também se estende até 31 de janeiro de 2027. Já nas principais bacias do Brasil, o período de defeso começa na maioria delas ao longo de novembro.
✨ Na Bacia do Rio Paraná, a restrição vai até 28 de fevereiro de 2027, mesma data para bacias do Rio São Francisco e das regiões Leste e Sudeste.
Bacias como a do Rio Araguaia e dos rios Tocantins e Gurupi também terão o defeso até 28 de fevereiro de 2027. Em contrapartida, a Bacia do Rio Paraguai inicia seu período de defeso em 5 de novembro e se estende até 28 de fevereiro de 2027, seguindo a norma federal.
Na Região Norte, a Bacia Amazônica marca o início do defeso em 15 de novembro, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Amapá e Pará, com duração até 15 de março de 2027. É importante verificar a legislação aplicável ao trecho do rio antes da prática da pesca.
Outros períodos de defeso iniciam em dezembro, como é o caso da Paraíba e do Rio Grande do Norte, onde a restrição começa em 1º de dezembro e vai até 28 de fevereiro de 2027. No Maranhão, o defeso também começa na mesma data, porém se estende até 30 de março de 2027.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Meio Ambiente

Instrução normativa do Ibama busca intensificar o controle sobre a comercialização da espécie.

Espécie ameaçada enfrenta extinção devido ao comércio de barbatanas

Relatório aponta agravamento de indicadores ambientais globais

Antônio de Souza defende preservação das espécies e fiscalização ambiental