Condições favoráveis na Costa do Marfim e Gana provocam a redução

Em um movimento significativo, o preço do cacau na bolsa de Nova York despencou, resultando em uma queda de 4,69% nesta terça-feira, 11 de agosto, com a tonelada sendo negociada a US$ 5.654. A diminuição nos preços é atribuída a informações de que as condições climáticas estão melhores para os cacaueiros na Costa do Marfim e em Gana, os dois maiores produtores de cacau do mundo.
Essas condições favoráveis têm impulsionado a floração das árvores, antecipando a colheita principal que ocorrerá no próximo mês. Embora exista preocupação com possíveis efeitos do fenômeno El Niño nessas regiões, relatos indicam uma melhoria na saúde das plantações.
✨ A produção em Gana também teve impacto negativo nos preços, com um aumento de 25,6% na colheita comparado ao ano anterior.
Adicionalmente, a agência reguladora do cacau de Gana anunciou que a colheita para a safra 2025/26 já chega a 750 mil toneladas, superando as 597 mil toneladas da safra anterior.
No setor do açúcar, os lotes de demerara para outubro subiram 1,58%, atingindo 16,73 centavos de dólar por libra-peso, devido a preocupações com uma oferta global menor e ritmo lento de moagem no Brasil.
Por outro lado, o preço do suco de laranja concentrado e congelado caiu pela quarta vez consecutiva, fechando a US$ 1,3920 por libra. Em contraste, o café viu um pequeno aumento de 0,57% nos contratos para dezembro, subindo para US$ 3,1570 a libra-peso, enquanto o algodão teve alta de 0,63%, cotado a 84,39 centavos de dólar por libra-peso.
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