Governo mineiro mantém veto em decisões estratégicas

A Equatorial venceu a concorrência pela privatização da Copasa, garantindo o controle de até 30% da companhia de saneamento de Minas Gerais, enquanto o governo estadual preservará poderes de veto em decisões importantes.
Esse acordo, alcançado nesta quarta-feira (3), marca um dos passos mais significativos no setor de infraestrutura desde a privatização da Sabesp, ampliando a presença da Equatorial além de sua atuação tradicional em energia elétrica.
✨ As ações da Copasa tiveram uma valorização superior a 13% no dia da confirmação da privatização.
Na segunda-feira (1), o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) estabeleceu o final do dia como prazo final para revisar um pedido que questionava a modelagem da privatização e sua condução.
Nesta disputa, a Equatorial se destacou em meio a um consórcio que incluía Itaúsa, Equipav e o fundo soberano de Cingapura (GIC), além da participação menor da Aegea. Ambos os grupos apresentaram propostas para se tornarem investidores de referência da companhia.
O modelo de privatização da Copasa foi inspirado no processo realizado com a Sabesp, visando vender uma parte substancial do controle do estado, que atualmente detém 50,03% da empresa, para um investidor estratégico que lidere a gestão e os investimentos necessários para a universalização dos serviços de água e esgoto.
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