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Retenção de talentos se destaca como prioridade para 2026

Relatório aponta que 88% das empresas priorizam profissionais de alto desempenho

Gabriel Rodrigues04 de julho de 2026 às 12:05
Retenção de talentos se destaca como prioridade para 2026

O estudo intitulado 'ROI do Bem-Estar 2026', elaborado pelo Wellhub, revela que a retenção de talentos deve ser uma prioridade elevada para as organizações no próximo ano, com 88% das empresas destacando a importância de manter seus profissionais mais qualificados.

Além da pressão por produtividade e um aumento na rotatividade, a pesquisa aponta uma intensa competição por profissionais de alta performance. As empresas, portanto, estão mudando sua abordagem, transitando de um foco crescente em atrair novos talentos para um esforço igualmente robusto em reter os já existentes.

O bem-estar no foco do RH

O levantamento ainda aponta que 85% dos líderes de recursos humanos acreditam que programas de bem-estar são eficazes na retenção de talentos. Outros 82% afirmam que tais iniciativas sustentam o desempenho dos profissionais ao longo do tempo, enquanto 83% observam um aumento no engajamento a partir dessas práticas.

A retenção e o engajamento dos colaboradores estão cada vez mais interligados dentro das estratégias empresariais.

De acordo com Andre Purri, CEO da Alymente, o conceito de performance está passando por uma transformação significativa. Ele ressalta que o desempenho sustentável está cada vez mais relacionado às condições estruturais que promovem o bem-estar dos funcionários, além da mera pressão por resultados.

Purri enfatiza que os profissionais de alta performance são motivados não apenas por incentivos financeiros, mas também pela qualidade das condições que contribuem para sua produtividade a longo prazo.

Mudança de Paradigma

As empresas estão começando a integrar o bem-estar no planejamento estratégico de suas operações, tratando a retenção como parte fundamental da gestão diária de pessoas.

Os dados do Wellhub sugerem que as organizações devem adotar uma abordagem mais integrada, tratando a retenção e o engajamento como um conjunto coeso, ao invés de ações isoladas. Essa mudança de paradigma reforça a necessidade de um planejamento estratégico de bem-estar que influencie a performance organizacional.

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