Nova legislação permite mais tempo para fabricantes retirarem produtos com substâncias nocivas

O Parlamento Europeu aprovou, nesta quinta-feira, 22, uma nova legislação que concede maior tempo aos fabricantes para retirar do mercado cosméticos que contenham substâncias consideradas perigosas. Anteriormente, o prazo era de 18 meses, mas agora os prazos são escalonados.
De acordo com o novo texto da lei, se a substância em questão for proibida ou restrita, as empresas terão seis meses para deixar de comercializá-la e doze meses para esgotar seus estoques. Para produtos que não são considerados seguros pelos especialistas, os fabricantes terão três meses para suspender as vendas e nove meses para retirá-los das prateleiras.
✨ Produtos que forem considerados seguros, mas com alternativas mais adequadas disponíveis, poderão ser comercializados por mais dois anos e retirados das prateleiras em até três anos.
Havia uma proposta de Bruxelas que diferenciaria os cosméticos conforme seu uso, permitindo a presença de substâncias cancerígenas por via oral ou inalação em produtos destinados exclusivamente à aplicação na pele. No entanto, os eurodeputados e os Estados-membros se opuseram a essa proposta.
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