Manifesto assinado por várias confederações pede transparência nas ações da Corte.

Entidades empresariais divulgaram um manifesto cobrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja, em sessão pública e com urgência, os chamados feitos relativos à crise que atinge a Corte. Entre as signatárias estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
Intitulado "Manifesto à Nação Brasileira", o documento destaca que o país passa por uma "grave crise institucional", colocando o Supremo como núcleo dessa problemática. O texto afirma: "A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!".
✨ As entidades defendem a necessidade de a Corte prestar contas à sociedade, alegando que a perda de legitimidade de um tribunal impacta a segurança jurídica e a confiança nas instituições.
O manifesto, que também ganhou adesões de associações e sindicatos de diversos setores, termina com uma convocação à população para se manifestar e reafirma que "ninguém está acima da lei". Numa declaração paralela, o presidente da CNI, Ricardo Alban, ressaltou que as crises recorrentes em Brasília ameaçam as instituições e clamou por uma análise pública e livre das discussões.
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Jornalista especializado em Política




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