Ativista relembra tempo na solitária e destaca apoio de Lula durante sua prisão.

Julian Assange, o fundador do WikiLeaks, utilizou suas redes sociais para oferecer apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticar a família Bolsonaro. A declaração aconteceu neste sábado, véspera do segundo turno das eleições, onde Lula enfrentou o senador Flávio Bolsonaro.
Assange recordou os 1.901 dias que passou em regime de solitária por ter revelado segredos de governo e a espionagem internacional dos EUA, incluindo ações que afetaram o Brasil. Ele destacou que Lula se posicionou firmemente ao seu lado, discutindo sua perseguição com o Papa Francisco, que ofereceu ajuda à sua família.
"Após minha libertação, Lula e eu nos encontramos em Roma para lamentar a morte do Santo Padre. Lula foi gentil com meus filhos e não pediu nada em troca.
Em contraste, Assange criticou Jair e Flávio Bolsonaro, afirmando que eles 'não fizeram nada e não disseram nada'. Ele ressaltou a importância da autonomia política, afirmando que 'sem a capacidade de dizer “não” a Washington e Tel Aviv, não pode haver política doméstica, apenas instruções estrangeiras'.
✨ Assange concluiu dizendo que as ordens que recebe sempre visam 'ampliar o roubo de recursos e salários' e criticou a submissão de líderes que 'venderiam tudo em troca de uma fatia, até mesmo suas próprias línguas'.
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Jornalista especializado em Política




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