Governo analisa que oposição está dividida e pode haver votos a favor

Aliados do presidente Lula avaliam a situação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a escala trabalhista, indicando que a resistência entre os senadores opositores não é total. Eles ainda enxergam a possibilidade de obter votos favoráveis, embora o prazo para a votação permaneça incerto.
Durante a tramitação, a oposição atuou fortemente no Senado, o que, segundo lideranças governistas, atrasou o andamento da PEC. Contudo, acreditam que senadores do outro lado podem se alinhar ao governo se a proposta for levada a votação no plenário.
A proposta, que possui apelo considerável, especialmente em ano eleitoral, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas ainda precisa passar pelo plenário. No entanto, há incertezas se será pauta para esta quinta-feira (3), conforme observa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
""É fundamental termos certeza da vitória antes de seguir com a votação. Não podemos arriscar uma derrota que seria prejudicial para o presidente Lula perto das eleições", afirmou Teresa Leitão, líder do governo no Senado.
✨ A expectativa é que alguns senadores da oposição acabem votando a favor da PEC, dado seu forte apelo popular.
A PEC em questão visa alterar a escala trabalhista, que desperta grande interesse entre a população, especialmente com as eleições se aproximando.
Teresa Leitão ressaltou a importância de uma 'vitória consistente', alegando que o requerimento ainda não foi apreciado. "Agora precisamos aguardar a posição de Davi Alcolumbre", completou.
Um dos principais artífices para o atraso da PEC foi o líder da oposição, Rogério Marinho, que também coordena a campanha de Flávio Bolsonaro, atualmente em compromissos de campanha no Rio Grande do Sul.
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Jornalista especializado em Política

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