Empresária nega pagamentos irregulares e fala sobre relação com políticos

A empresária Roberta Luchsinger se tornou alvo de investigações da Polícia Federal relacionadas a supostas práticas de tráfico de influência, especialmente após suas interações com Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula.
Luchsinger afirma que buscou o apoio de Marcola para implementar um fornecimento de canabidiol para o Ministério da Saúde, mas nega ter feito quaisquer pagamentos em troca desse apoio.
✨ Roberta Luchsinger está sendo investigada em três inquéritos que envolvem a possibilidade de favorecimento de empresas, mas não há evidências até o momento de contratos oficiais assinados.
Os indícios levantados pela PF incluem conversas entre Roberta e Marcola sobre uma proposta de fornecimento de canabidiol, com possível direcionamento para a empresa World Cannabis, de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Roberta expressou que suas interações com Marcola, incluindo um empréstimo que totaliza R$ 249 mil, são mal interpretadas. Ela declarou que ofereceu ajuda a um amigo e não esperava que sua conexão com Marcola, sendo um assessor próximo ao presidente, fizesse parte do questionamento.
"A principal mudança descrita no documento que enviei a Marcola visa melhorar a aquisição de canabidiol no Brasil, que atualmente é problemática para pacientes. Desejava ter apoio sobre essa questão importante.”
✨ A relação de Roberta com Lulinha, filho de Lula, também passou a ser investigada, mas Roberta defende que sua amizade não tem relação com corrupção.
Com a aproximação ao PT a partir de 2017, Roberta começou a construir uma relação com Lulinha, que se intensificou em 2018, quando ela se candidatou a deputada estadual pelo partido, embora não tenha sido eleita.
Roberta reiterou a seus advogados que sempre agiu dentro da legalidade e que não tem conhecimento de práticas ilícitas envolvendo as relações com Lulinha e outros políticos.
Os três inquéritos que envolvem Roberta, Lulinha e Marcola estão em andamento no Supremo Tribunal Federal. As suspeitas incluem tráfico de influência e outros crimes relacionados à gestão pública e à corrupção.
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