Decisão ocorre após pedido da defesa para transferência de titularidade

O ministro Alexandre de Moraes decidiu que as armas pertencentes ao ex-presidente Jair Bolsonaro serão enviadas ao Comando do Exército para mortes ou doações aos órgãos de segurança pública. A medida radical foi tomada logo após um pedido da defesa do ex-presidente para transferir a titularidade do armamento apreendido pela Polícia Federal.
Apesar do argumento da defesa de Bolsonaro, Moraes contrabalançou o interesse público e decidiu que as armas não permanecerão sob custódia, considerando a fase atual do processo, onde não há mais necessidade de retenção dos armamentos para fins penais.
✨ As armas de Bolsonaro incluem uma variedade de pistolas e fuzis, com a decisão reforçando que seu destino será ao Exército Brasileiro.
A decisão de Moraes é definitiva, e a Procuradoria-Geral da República já havia apoiado a transferência de armas impetrada. A PGR alegou que não há interesse na manutenção das armas e defendeu sua destinação ao Comando de Operações Especiais do Exército.
O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses em regime domiciliar devido a sua condenação no caso da 'trama golpista'.
As armas que pertencem a Bolsonaro incluem modelos como pistolas Glock, Taurus e fuzis. A escolha de destruir ou doar esses armamentos reforça as ações da Justiça em lidar com o patrimônio do ex-presidente em meio à sua condenação.
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Jornalista especializado em Política

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