Estratégia inclui certificação de ativos minerais e proteção contra apropriação estrangeira.

Uma nova proposta que visa a securitização de recursos minerais estratégicos, como nióbio, lítio, grafita e terras raras, está sendo defendida por membros próximos ao PL. O plano, que foi encaminhado à campanha do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, sugere mudanças significativas na remuneração do Estado pela exploração dessas jazidas.
Os proponentes da ideia, o cientista político Paulo Kramer, da Universidade de Brasília, e o economista Carlos Dias, propõem a criação do Certificado de Ativo Mineral Soberano (CAMS), que atestará as características das reservas e será negociado em leilões públicos.
✨ A proposta também visa a proteção contra a apropriação hostil de ativos no setor mineral, estabelecendo critérios e limites para a participação estrangeira.
De acordo com o documento, esse novo modelo busca reverter a lógica atual em que o país concede direitos de lavra, enquanto a maior parte dos benefícios econômicos se concentra em outros países. A nova abordagem defende que, ao explorar seus recursos, o Brasil deve agregar valor e garantir que os benefícios permaneçam no território nacional.
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Jornalista especializado em Política




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