Candidato à Presidência critica ministros e propõe nova Constituição

Em uma entrevista à TV Jovem Pan nesta terça-feira (8), Renan Santos, candidato à Presidência da República pelo partido Missão, afirmou que "o próximo presidente deverá ir para o enfrentamento contra o STF".
Essa declaração surge no contexto dos últimos desdobramentos do caso Master, revelando troca de mensagens entre envolvidos e autoridades dos Três Poderes, incluindo o ministro do STF, Alexandre de Moraes.
✨ Renan Santos criticou a atual composição do STF, alegando que, com a presença de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, o país permanecerá "permanentemente quebrado e dividido."
O candidato afirmou que não reconhecerá decisões proferidas por Moraes ou Toffoli, chamando-os de "ministros ilegítimos" e alegando que estes atuaram em favor de um "banco corrupto que comprou a República."
Ele também comentou sobre a decisão de Toffoli de suspender seu direito de fazer campanha nas redes sociais, classificando a medida de "canetada por vingança."
Renan expressou sua surpresa com a decisão e acrescentou que se empenhou na reversão da medida, insinuando que Toffoli demonstrou fraqueza ao ceder.
Entre suas propostas, Santos defendeu uma nova Constituição, ressaltando que a atual impede o crescimento econômico do Brasil e sugere uma reforma política para limitar a atividade política após participação em uma Assembleia Constituinte.
Durante as entrevistas, o candidato também criticou adversários, descrevendo o escritor Augusto Cury como um "não-assunto" e destacando o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro no caso Master.
Por fim, Renan fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevendo sua incapacidade de se desvincular da crise atual entre os Poderes.
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Jornalista especializado em Política

Fundado em 1980, o Partido dos Trabalhadores é uma das principais siglas da política brasileira e teve papel de destaque em diferentes governos federais.

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