Legislação crucial para o setor cripto enfrenta oposição democrática e limitações internas.

Os senadores republicanos não conseguiram avançar a votação do Clarity Act, um projeto de regulamentação que buscava integrar as criptomoedas ao sistema financeiro tradicional. Este revés ocorreu em um momento em que esperanças eram altas com a presidência de Donald Trump, que prometeu arrojar o limbo regulatório enfrentado pelo setor.
Com a votação, as críticas se intensificaram, especialmente por líderes democratas como a senadora Elizabeth Warren, que expressou que o projeto falhou em impor restrições adequadas para que funcionários públicos transacionassem criptomoedas, afirmando: 'Esse projeto é simplesmente errado em sua essência'.
✨ O fracasso do Clarity Act representa mais um obstáculo para a indústria cripto sob a administração de Trump, que prometeu apoiar a legislação do setor.
Além disso, a votação foi marcada por descontentamento interno, onde alguns republicanos e democratas acusaram os outros de não levarem as negociações a sério. O líder da maioria no Senado, John Thune, criticou a postura dos opositores que mudaram as regras após numerosas discussões.
Como resultado do desânimo político, o Bitcoin sofreu uma queda de 4%, sendo negociado a aproximadamente US$ 75.700, enquanto outras plataformas de negociação, como a Coinbase, também enfrentaram perdas significativas.
Apesar do revés, líderes do setor permanecem otimistas sobre a construção de uma infraestrutura de ativos digitais no futuro, indicando que a contribuição do capital ainda é forte e acreditando que a clareza regulatória é uma questão de tempo.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) mostra disputa apertada; senador também justificou ausência no primeiro debate presidencial

Ex-assessor de Trump poderá recorrer da decisão após implicações legais.

Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a campanha de 2026 em São Bernardo do Campo e aparece à frente no primeiro turno, enquanto pesquisas indicam disputa mais apertada em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

Presidente brasileiro planeja discurso na Assembleia Geral da ONU focado em paz e apoio a políticas sociais.