Especialistas alertam sobre os problemas associados à obstrução nasal persitente.

A dificuldade para respirar pelo nariz pode parecer um mero incômodo, mas quando se torna frequente, exige atenção. A obstrução nasal persistente pode afetar o sono, a disposição e até atividades diárias, além de estar relacionada a várias condições que devem ser investigadas.
Entre as possíveis causas estão rinite alérgica, desvio de septo, aumento dos cornetos nasais, sinusite e pólipos. O Dr. Alexandre Cury, otorrinolaringologista e professor da Uniderp, destaca que tratar apenas o sintoma sem buscar a origem pode não solucionar o problema.
✨ Respirar pela boca devido ao nariz constantemente obstruído não deve ser considerado normal. É fundamental entender as causas da disfunção nasal.
A obstrução nasal noturna também pode levar à respiração pela boca, prejudicando a qualidade do sono. Consequentemente, o indivíduo pode acordar com a boca seca e sentir cansaço durante o dia. Cury sugere que a observação dos sintomas é vital para identificar se é necessário procurar assistência médica.
Outro ponto importante é o uso frequente de descongestionantes nasais. Embora proporcionem alívio temporário, o uso contínuo pode resultar em efeito rebote, em que a congestão retorna com maior intensidade após o uso do medicamento. O especialista alerta que isso pode levar à rinite medicamentosa.
Embora a congestão nasal possa ocorrer por episódios agudos, como resfriados, também pode estar associada a condições crônicas. Cada caso necessitará de uma avaliação cuidadosa do histórico do paciente e dos sintomas para determinar a conduta mais eficaz.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Saúde

Mudanças na alimentação, prática regular de exercícios e sono de qualidade estão entre as principais estratégias para emagrecer de forma saudável e sustentável.

Desmatamento e saúde pública em alerta na Argentina

Nutricionista aponta a importância de uma dieta equilibrada para evitar problemas capilares e dermatológicos.

Estudo avalia qualidade de vida em 204 países e revela aumento na última década