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Saúde
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Noctúria: A importância de reconhecer quando acordar à noite para urinar é um sinal de alerta

Especialistas alertam para o impacto da frequência urinária noturna na saúde

Mariana Souza01 de abril de 2026 às 16:25
Noctúria: A importância de reconhecer quando acordar à noite para urinar é um sinal de alerta

Levantar-se durante a noite para urinar é uma ocorrência comum, especialmente à medida que envelhecemos. No entanto, quando isso se torna frequente, pode ser um sinal de que algo mais sério está envolvido.

Observar padrões de frequência e qualidade do sono

Conforme aponta o urologista Dr. Nelson Batezini, é crucial analisar a frequência dessa ocorrência e seu efeito sobre a vida cotidiana. Ele menciona que "levantar uma vez à noite é normal, mas o problema se instala quando isso acontece repetidamente ou afeta a qualidade do sono".

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Nem sempre está relacionado apenas à bexiga. Pode envolver hábitos do dia a dia ou condições clínicas, como aumento da próstata, infecções urinárias, diabetes e até distúrbios do sono.

Dr. Nelson Batezini

A normalização do sintoma pode ser perigosa.

Atenção aos Sinais

A resistência em buscar ajuda pode levar a problemas maiores. Muitas pessoas ignoram o sintoma, acreditando que se trata apenas do envelhecimento, mas deve-se considerar que pode ser um indicativo de condições que necessitam de monitoramento.

Dr. Batezini enfatiza o impacto negativo na saúde quando há interrupções frequentes no sono. "O sono inadequado pode resultar em fadiga, irritabilidade e dificuldades de concentração durante o dia", acrescenta.

Quando é hora de buscar orientação médica

Ele alerta ainda sobre sintomas associados. Ardência ao urinar, dor, urgência frequente durante o dia ou aumento notável da urina à noite são sinais que requerem atenção médica imediata.

Além disso, hábitos simples como ingestão excessiva de líquidos à noite, consumo de cafeína ou álcool e até certos medicamentos podem aumentar a produção urinária nesse horário.

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Investigar é o melhor caminho. Não devemos ignorar, mesmo que a maioria dos casos não sejam graves.

Dr. Nelson Batezini

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