Ministério da Agricultura implementa novo sistema para registros agrícolas
Sispa promete agilidade e redução de burocracia nos registros de defensivos.

O Ministério da Agricultura lançará hoje o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica, conhecido como Sispa, com a meta de acelerar o registro de defensivos e bioinsumos no Brasil.
Esse novo sistema, que surge como parte da Lei de Agrotóxicos de 2023, visa simplificar o processo, proporcionando análises mais eficientes e menos burocráticas. O investimento foi realizado em parceria com entidades do setor privado, como a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), que alocaram mais de US$ 6 milhões para o projeto.
Funcionamento do Sispa
Coordenado pelo Ministério da Agricultura, o Sispa será uma plataforma eletrônica que integrará todos os requisitos para registro e alteração de defensivos agrícolas. A nova ferramenta permitirá que as empresas interajam eletronicamente com o governo, enviando todos os documentos de forma digital e obrigatória.
✨ A expectativa é que o Sispa resolva a histórica lentidão na concessão de registros de novos produtos, centralizando todo o fluxo em uma única plataforma.
Através do Sispa, será possível acompanhar em tempo real o status dos processos nos órgãos responsáveis. A proposta é que, ao eliminar a necessidade de envio físico de documentos, os prazos para análise sejam respeitados: 24 meses para novos produtos e ainda menores para opções genéricas.
"O diferencial do Sispa é permitir que análises ocorram de maneira simultânea e digital, evitando a troca excessiva de documentos entre os órgãos
Impacto no setor
Além de agilizar o processo de registro, o Sispa também é visto como um passo estratégico para facilitar o uso de bioinsumos no Brasil, promovendo a liberação de tecnologias mais sustentáveis que frequentemente enfrentam atrasos.
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