Em Coronel Freitas, produção diária chega a 16 mil aves, com demanda interna e exportações.

A criação de codornas no oeste de Santa Catarina não se limita apenas à produção de ovos. Em Coronel Freitas, uma propriedade especializada abate de 15 mil a 16 mil codornas diariamente, abastecendo tanto o mercado interno quanto o externo.
A carne de codorna já é uma opção nos cardápios de diversos restaurantes, sendo a codorna recheada uma das especialidades do local, preparada pela cozinheira Marta Bianchin no fogão a lenha. O recheio, que combina carne bovina, queijo ralado, milho e azeitona, é cuidadosamente acomodado nas aves antes do cozimento.
✨ Metade da produção é destinada à exportação, com mercados como Japão e Emirados Árabes, e as menores codornas (100 e 150 gramas) são preferidas para o mercado externo.
O processo de produção envolve rigorosos cuidados de higiene, sendo que funcionários e visitantes precisam se submeter a banhos e trocas de roupa antes de entrar nas instalações. A propriedade foi inaugurada há cinco anos e, atualmente, os ovos não são utilizados para consumo, mas sim para gerar novas aves.
As codornas europeias, alvo da produção, são alimentadas com rações específicas em diferentes fases de crescimento, começando com uma dieta rica em proteínas, e a temperatura do ambiente é controlada cuidadosamente durante sua criação.
Durante o abate, as codornas são classificadas pelo peso, e as do mercado interno são preferidas em tamanhos maiores. Os preços para o consumidor giram em torno de R$ 50 por quilo, tanto para o mercado nacional quanto para o internacional.
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