Alta nas cotações é impulsionada por qualidade e demanda

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) relatou que o avanço da colheita da segunda safra, especialmente no estado do Paraná, resultou em um aumento significativo na oferta de feijão no mercado. Essa situação gerou uma pressão nas cotações durante a primeira quinzena de junho.
Todavia, a qualidade dos lotes continua sendo um fator crucial para a formação dos preços. A recente recuperação na demanda por grãos de melhor padrão, juntamente com um reequilíbrio entre oferta e procura, levou a novas altas nas cotações, tanto do feijão-carioca quanto do feijão-preto.
Na sexta-feira, dia 26 de junho, o indicador Cepea/CNA apontou uma cotação de R$ 391,54 por saca de 60 quilos do feijão-carioca de alta qualidade, registrado no noroeste de Minas Gerais. Isso representa um aumento de 1,27% em relação à semana anterior.
Em comparação, a saca do feijão-preto no sul do Paraná foi cotada a R$ 207,15, apresentando um incremento semanal de 1,33%.
✨ A qualidade dos grãos se destaca como fator essencial na formação dos preços.
O mercado de feijão no Brasil é dinâmico e bastante sensível a fatores como colheita, qualidade dos lotes e demanda do consumidor.
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