A rastreabilidade ativa e ações emergenciais são intensificadas.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou nesta quarta-feira (22) um total de 41 casos de infestação por mosca-da-bicheira, com 40 ocorrências no Texas e uma registrada no Novo México.
Atualmente, 12 animais ainda estão recebendo tratamento por feridas causadas pela infestação, enquanto os outros casos foram considerados inativos após a plena recuperação ou descarte adequado das carcaças.
O primeiro foco desta praga em rebanhos nos EUA desde a década de 1960 foi identificado no dia 3 de junho, no condado de Zavala, Texas. Desde então, várias novas infecções foram relatadas, incluindo áreas como os condados de Schleicher e Starr, sendo esta última detectada em um bezerro no Vale do Rio Grande.
✨ No total, 41 casos foram confirmados, concentrando-se principalmente no Texas.
Como parte da resposta a essa emergência sanitária, o USDA adotou a técnica do inseto estéril, liberando machos esterilizados para limitar a reprodução das moscas-da-bicheira.
O governo dos EUA está investindo US$ 750 milhões na construção de uma unidade em Edinburg, Texas, para a produção de até 300 milhões de moscas estéreis semanalmente, reforçando as ações de controle.
Além disso, um centro de dispersão foi inaugurado em Tampico, México, no final de 2025, complementando o esforço de prevenção na região.
As medidas de monitoramento incluem a distribuição de cerca de 600 armadilhas adesivas ao longo da fronteira com o México, abarcando regiões como Chihuahua e Sonora, visando rastrear e controlar a infestação.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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