Proprietários da casa, símbolo da atriz, contestam decisão da prefeitura que reconhece o imóvel como patrimônio histórico.

A residência onde Marilyn Monroe passou seus últimos meses de vida se tornou objeto de uma disputa judicial em Los Angeles, após a prefeitura determinar sua preservação como patrimônio histórico. Os atuais proprietários contestam essa decisão, argumentando que as restrições impactaram o valor do imóvel.
Adquirida em fevereiro de 1962 por US$ 77,5 mil, a casa é um bangalô de estilo espanhol construído na década de 1920. Seis meses após a compra, a atriz faleceu no local.
✨ Em janeiro de 2026, Brinah Milstein e Roy Bank processaram a prefeitura, alegando prejuízos financeiros e a violação da Quinta Emenda da Constituição dos EUA.
A ação judicial surgiu após a revogação das licenças de demolição, que foram suspendidas quando a vereadora Traci Park apresentou uma proposta para reconhecer a residência como patrimônio histórico. Assim, a prefeitura apresentou um pedido para que o processo fosse arquivado.
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