Márcio Filho discute a importância dos jogos eletrônicos na formação das novas gerações.

Falar sobre juventude e política agora abrange muito mais do que escolas e movimentos estudantis. Atualmente, os jogos eletrônicos desempenham um papel central nessa discussão, com suas comunidades e formas de interação influenciando a sociedade.
A indústria de games, que movimentou US$ 201,6 bilhões globalmente em 2025 e US$ 2,8 bilhões somente no Brasil, estabelece novas referências culturais e sociais. Os jovens estão cada vez mais imersos nesse universo, que não pode ser visto apenas como entretenimento.
✨ Com 123,3 milhões de jogadores no Brasil em 2025, este público diversificado reflete a importância de entender as interações e aprendizados dentro dos jogos.
Iniciativas como o Jam das Minas, promovido pelo Unicef, mostram como os games podem fomentar novas carreiras e perspectivas, ao reunir jovens em maratonas de desenvolvimento de jogos. Esthefanny, uma das participantes, trocou sua carreira de Direito por Engenharia da Computação após experimentar a criação de um jogo.
A compreensão do impacto dos games é vital para o desenvolvimento de políticas culturais, educacionais e de inclusão digital que considerem as linguagens e experiências relevantes para essa nova geração.
Com o Marco Legal dos Games, o Brasil avançou no reconhecimento dos jogos como parte da economia e cultura, mas a ênfase deve ser também nas pessoas que compõem esses ecossistemas. A participação juvenil, conforme a Convenção sobre os Direitos da Criança, merece ser ouvida.
Márcio Filho, candidato a deputado estadual e defensor da indústria de games, convida todos a entrar nesses novos espaços, dialogar e entender as novas formas de participação política que emergem entre os jovens.
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Jornalista especializado em Cultura & Entretenimento




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