Nova tarifa dos EUA impõe 12,5% ao Brasil a partir de 24 de julho
Brasil e 60 países enfrentam novas taxas sobre importações.

Os Estados Unidos implementam uma nova tarifa de 12,5% para importações provenientes de países que não adotaram proibições efetivas à importação de trabalho forçado, incluindo o Brasil. Essa medida entra em vigor a partir das 0h01 do dia 24 de julho de 2026.
De acordo com a decisão do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), essa alíquota se aplica a produtos que, ao serem nacionalizados ou retirados entrepostos aduaneiros para consumo, sejam movimentados a partir dessa data. Entretanto, existe uma exceção para mercadorias já embarcadas antes do início da vigência da nova tarifa, desde que sejam liberadas na alfândega até a meia-noite do dia 28 de julho de 2026.
Exceções à nova tarifa
- 1Materiais informativos, doações e bagagens acompanhadas.
- 2Artigos sujeitos às tarifas da seção 232.
- 3Matérias-primas cuja tarifação pode comprometer o fornecimento interno nos EUA.
- 4Produtos que poderiam causar distúrbios econômicos se tarifados.
- 5Certos bens que não são cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos EUA.
✨ A nova tarifa pode impactar severamente as importações brasileiras a partir de julho.
Condições para isenção
Para serem isentas da nova tarifa, as mercadorias precisam ter sido embarcadas antes das 0h01 do dia 24 de julho de 2026 e liberadas na alfândega até o dia 28 do mesmo mês.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Simplificação do drawback reduz análise para menos de 30 dias
Medidas visam facilitar acesso a benefícios de exportação

CNI e Amcham pedem negociações para evitar tarifas sobre produtos brasileiros
Organizações buscam alternativas à imposição de tarifas pelos EUA

Desvalorização do real em maio reflete fuga de capitais do Brasil
Redução no apetite por ativos brasileiros impacta Ibovespa e dólar.

Krugman critica tarifas de Trump e aponta fragilidades jurídicas
Economista destaca fraquezas nas justificativas do USTR





