Sanções incluem empresas cubanas e chinesas e visam pressionar regime cubano.

Os Estados Unidos impuseram novas sanções, nesta quinta-feira, a empresas dos setores petrolífero e tecnológico de Cuba, além de incluir a filha da presidente do conglomerado empresarial Gaesa, dominado por militares, conforme informou o Departamento de Estado.
Essa nova fase de pressão econômica sobre Cuba marca a inclusão, pela primeira vez, de duas empresas chinesas do setor eletrônico, a CEIEC e a Beijing H&C Technologies, que são acusadas de fornecer material de defesa e sistemas de segurança para Havana.
✨ As sanções visam desestabilizar o regime cubano, que monopoliza recursos e deixa a população enfrentando apagões e escassez de combustível.
Entre as sete empresas sancionadas está a Caroil, operadora de navios-tanque registrada no Chipre, que possui três embarcações, junto com a Tentacool, registrada no Panamá, e a Internacional Marítima e a Petromarca, cada uma com dois navios.
Any Rodríguez Lastres, filha da presidenta do Grupo de Administração Empresarial (Gaesa), Ania Guillermina Lastres Morera, também aparece na lista. A Gaesa é o maior conglomerado empresarial de Cuba e já havia sido sancionada em maio deste ano.
Além disso, o Departamento do Tesouro dos EUA advertiu que qualquer pessoa estrangeira que opere nos setores de eletrônica, manufatura, marítimo e tecnologia da economia cubana também estará sujeita a sanções.
Desde janeiro, os Estados Unidos impõem um bloqueio efetivo ao petróleo cubano, o que intensificou a crise energética e gerou longos cortes de eletricidade. As novas sanções impedirão empresas e indivíduos de acessar o sistema financeiro americano, estabelecendo limitações severas às relações comerciais.
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