Mato Grosso prorroga metas para uso de vegetação nativa na indústria
Novo acordo com MP-MT altera cronograma de uso biomassa nativa nas indústrias

O governo do estado de Mato Grosso e o Ministério Público (MP-MT) firmaram um novo acordo que adia as metas para o uso de vegetação nativa como fonte de energia térmica nas grandes indústrias, particularmente nas usinas de etanol de milho.
O Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado em 8 de junho, inicialmente previa a eliminação do uso de vegetação nativa até 2034, com reduções anuais programadas. Contudo, em uma revisão feita apenas dois dias depois, o prazo foi estendido para 2035, permitindo uso de até 40% de biomassa nativa até o próximo ano.
✨ A nova meta permite que grandes indústrias continuem a utilizar biomassa nativa até 2035.
Mudanças no Cronograma de Redução
O aditamento do TCA altera o cronograma, permitindo que indústrias existentes sigam operando com vegetação nativa, enquanto as novas ou ampliadas precisam demonstrar que utilizarão apenas biomassa proveniente de florestas plantadas ou manejo florestal sustentável.
"A Secretaria de Meio Ambiente terá a responsabilidade de exigir das empresas planos detalhados para o uso sustentável da vegetação nativa nos próximos dez anos.
✨ Os planos de suprimento sustentável (PSS) poderão permitir metas mais rigorosas se desejadas pelas empresas.
Contexto Adicional
O novo acordo também estabelece que o governo pode ajustar as metas para níveis mais restritivos, caso apareçam alternativas viáveis para uso de outras fontes de biomassa ou regulamentações federais sobre manejo sustentável.
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