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Meio Ambiente
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Mato Grosso prorroga metas para uso de vegetação nativa na indústria

Novo acordo com MP-MT altera cronograma de uso biomassa nativa nas indústrias

Gabriel Azevedo17 de junho de 2026 às 20:30
Mato Grosso prorroga metas para uso de vegetação nativa na indústria

O governo do estado de Mato Grosso e o Ministério Público (MP-MT) firmaram um novo acordo que adia as metas para o uso de vegetação nativa como fonte de energia térmica nas grandes indústrias, particularmente nas usinas de etanol de milho.

O Termo de Compromisso Ambiental (TCA), assinado em 8 de junho, inicialmente previa a eliminação do uso de vegetação nativa até 2034, com reduções anuais programadas. Contudo, em uma revisão feita apenas dois dias depois, o prazo foi estendido para 2035, permitindo uso de até 40% de biomassa nativa até o próximo ano.

A nova meta permite que grandes indústrias continuem a utilizar biomassa nativa até 2035.

Mudanças no Cronograma de Redução

O aditamento do TCA altera o cronograma, permitindo que indústrias existentes sigam operando com vegetação nativa, enquanto as novas ou ampliadas precisam demonstrar que utilizarão apenas biomassa proveniente de florestas plantadas ou manejo florestal sustentável.

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A Secretaria de Meio Ambiente terá a responsabilidade de exigir das empresas planos detalhados para o uso sustentável da vegetação nativa nos próximos dez anos.

Os planos de suprimento sustentável (PSS) poderão permitir metas mais rigorosas se desejadas pelas empresas.

Contexto Adicional

O novo acordo também estabelece que o governo pode ajustar as metas para níveis mais restritivos, caso apareçam alternativas viáveis para uso de outras fontes de biomassa ou regulamentações federais sobre manejo sustentável.

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