Candidato a presidente alega que está sendo prejudicado por conteúdos pagos indevidamente veiculados nas redes sociais.

A campanha do candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira, 16, alegando que está sendo prejudicada pela Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp.
De acordo com a campanha, 'no segundo turno, é a candidatura de Flávio que vem sofrendo, em escala muito superior, com a distribuição paga de propaganda negativa', desrespeitando a legislação que proíbe o impulsionamento de conteúdo negativo nas redes sociais.
Os advogados do candidato afirmam que a Meta não tem cumprido seu dever de impedir a propaganda negativa paga e ressaltam que 'a negligência da Meta está a converter a vida da campanha de Flávio e do Tribunal Superior Eleitoral num eterno e inaceitável enxugar de gelo'.
✨ Flávio Bolsonaro entrou no mesmo processo que já estava em andamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando os mesmos problemas relacionados à Meta.
Em sua solicitação ao TSE, Flávio pediu para ser incluído como terceiro interessado no processo iniciado por Lula, que já teve uma decisão favorável ao presidente. Os advogados de Bolsonaro alegam que há um 'derrame de conteúdo negativo ilicitamente impulsionado pela página oficial de Lula', além de campanhas ilegais de páginas fantasmas e pessoas não autorizadas.
Os representantes de Flávio apresentaram dados e exemplos de posts que consideram irregulares e com grande alcance. Entre os pedidos, estão as solicitações para que a Meta impeça, até o fim do segundo turno, o impulsionamento por pessoas não autorizadas e a aprovação de conteúdos sobre candidaturas que sejam 'notoriamente inverídicos'.
Além disso, a campanha requer a suspensão imediata dos anúncios negativos que estejam sendo veiculados. A análise dos pedidos ficará a cargo do ministro Marco Aurélio Bellizze.
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