Ministro da Comunicação vai tirar férias a partir de segunda-feira (12) para dedicar-se à reeleição do presidente.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira, irá se afastar de suas funções a partir de segunda-feira, 12, para dedicar-se à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A decisão ocorre a 15 dias do segundo turno e segue a recente troca na coordenação da campanha, que agora terá políticos do Nordeste no comando, com a parte de comunicação liderada por Rafael Fonteles (PT-PI), governador reeleito do Piauí.
✨ Sidônio tem enfrentado críticas por priorizar a defesa da soberania nas comunicações em detrimento de temas que impactam diretamente o cotidiano dos eleitores.
A pressão para que ele tire férias é uma tentativa de reorganizar a estratégia eleitoral, após Lula classificar sua atual campanha como a mais desorganizada já realizada. Sidônio, que foi marqueteiro responsável pela vitória de Lula em 2022, agora integra um núcleo estratégico de apoio que inclui nomes como Edinho, Guilherme Boulos (PSOL) e Paulo Okamotto.
A mudança na coordenação busca aumentar a base de apoio no Nordeste, uma região considerada chave para reverter a vantagem do opositor Flávio Bolsonaro (PL). Outras figuras da administração também já haviam se afastado para integrar a campanha, como o fotógrafo Ricardo Stuckert e o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Política




Levantamento BTG Pactual/Nexus divulgado nesta segunda-feira (24) coloca Lula à frente no primeiro turno e em empate técnico com Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno

Presidente do Banco Central é alvo de petistas após fala defensiva

Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a campanha de 2026 em São Bernardo do Campo e aparece à frente no primeiro turno, enquanto pesquisas indicam disputa mais apertada em eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro.

Senador pede suspensão de nova sobretaxa a equipamentos brasileiros