Voltar
tecnologia
2 min de leitura

Mercados de predição enfrentam bloqueios no Brasil

Governo intensifica ações para controlar apostas ilegais

Gabriel Rodrigues07 de julho de 2026 às 03:10
Mercados de predição enfrentam bloqueios no Brasil

Os mercados de predição têm se tornado um ponto de atenção para as autoridades brasileiras, levando o governo a bloquear 27 plataformas operantes no país. Estabelecimentos como Kalshi e Polymarket foram alvo das restrições com o intuito de evitar a proliferação de um modelo de apostas sem controle.

O que são os mercados de predição?

Esses mercados funcionam como uma bolsa de apostas sobre eventos futuros, onde usuários compram e vendem contratos baseados em perguntas do tipo 'Vai acontecer ou não?'. O sucesso de uma aposta depende da ocorrência do evento, seja um resultado eleitoral ou o desfecho de uma competição.

Os contratos em mercados de predição são considerados uma forma de derivativos financeiros.

Comparação com apostas tradicionais

Ao contrário das apostas convencionais, onde a casa define regras e distribui prêmios, nos mercados de predição os usuários negociam diretamente entre si. Isso altera a dinâmica da aposta, com os lucros oriundos de comissões sobre transações realizadas.

Desafios para a regularização

Com a falta de regulamentação, a oferta desses serviços ainda é problemática. A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) afirma que licenças específicas seriam necessárias, especialmente para atividades relacionadas a eventos esportivos. Essa necessidade de regulatória é acentuada pelo uso de informações privilegiadas e pela indefinição legal em relação às apostas.

"

O governo atuou rapidamente para bloquear mercados ilegais. Foi uma decisão acertada antes que a situação se agravasse.

Plínio Lemos Jorge, presidente da ANJL.
  • 1Apostas em eventos esportivos ainda não regulamentadas.
  • 2Utilização de criptomoedas como forma de pagamento.
  • 3Desafio na fiscalização contra informações privilegiadas.

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Mais de tecnologia