CEO da Vitalforce, Sheilla Albuquerque, aponta desafios e práticas essenciais para a evolução agrícola.

A agricultura regenerativa está no centro das discussões sobre produtividade, clima e financiamento no setor agrícola. "Ela ganhou um espaço que dificilmente perderá", afirma Sheilla Albuquerque, CEO da Vitalforce.
Sheilla destaca que o desafio agora é demonstrar na prática os resultados efetivos das mudanças que a agricultura regenerativa pode trazer. "É necessário definir com clareza o que caracteriza uma agricultura regenerativa", observa.
✨ Adoção de práticas como plantio direto e rotação de culturas é vital, mas não garante que uma área está se regenerando.
Ela enfatiza que antes de discutir tecnologia, é fundamental entender qual problema se busca resolver. Um bom diagnóstico é essencial para direcionar melhor manejos e investimentos.
A execução de técnicas específicas não é suficiente; é necessário avaliar a eficiência na melhoria do solo e nas condições de produção. Isso se torna ainda mais crítico em tempos de irregularidade climática, onde a estrutura do solo pode determinar a resistência das plantas a longos períodos sem chuva.
Segundo a especialista, acompanhar a evolução e as mudanças efetivas no solo e na produção é crucial para a consistência da agricultura regenerativa. A verdadeira evolução ocorre quando o setor não vê essa abordagem apenas como uma classificação, mas como uma trajetória contínua.
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