Emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio exige preparação rigorosa

O setor de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) está em ascensão, mas a sua emissão demanda um planejamento mais rigoroso por parte dos agricultores e da agroindústria.
A análise do mercado agora se concentra na qualidade do lastro, contratos estabelecidos e garantias previamente definidas.
Conforme explica o colunista Fausto Ribeiro, compreender as exigências para estruturar uma emissão e como as mudanças regulamentares têm afetado o processo é essencial.
✨ O estoque de CRAs alcançou R$ 175 bilhões, com um crescimento de 12% em um ano.
Preparar-se para a emissão envolve diversos aspectos, como definir e classificar o lastro, identificar contratos que sejam elegíveis e, quando necessário, conseguir um rating para a operação.
A escolha da estrutura de distribuição adequada e a negociação do spread com a securitizadora também são fundamentais para otimizar os custos envolvidos.
Em 2024, uma nova resolução do Conselho Monetário Nacional alterou significativamente como o mercado de CRAs opera.
Ainda assim, a possibilidade de um imposto de renda de até 7,5% sobre esses ativos representa um risco fiscal, que poderá impactar os custos de financiamento.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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