A prática adequada de irrigação pode minimizar o estresse hídrico e a severidade da doença durante as fases reprodutivas do feijoeiro.

A podridão cinzenta do caule no feijão demanda atenção ao manejo da irrigação, especialmente entre fevereiro e maio, período em que as lavouras enfrentam temperaturas elevadas durante fases reprodutivas, além de possíveis déficits hídricos.
O fungo Macrophomina phaseolina, causador da podridão, se desenvolve em ambientes quentes e em solo com baixa umidade. Estruturas de resistência chamadas escleródios permitem que o patógeno sobreviva por longos períodos, aguardando condições favoráveis para infectar raízes.
✨ O manejo da irrigação, equilibrando lâminas e frequência, é crucial para minimizar o estresse das plantas e a severidade da doença.
Durante os meses críticos, como fevereiro a maio, as lavouras de feijão estão em estádios reprodutivos sensíveis, como floração e formação de vagens. O manejo inadequado da irrigação pode intensificar o estresse hídrico, tornando as plantas mais suscetíveis à infecção.
É vital que os produtores evitem tanto períodos longos sem irrigação quanto encharcamentos, pois ambos podem prejudicar as raízes e aumentar os sintomas da doença.
A combinação do manejo da irrigação com outras práticas, como rotação de culturas e nutrição equilibrada, pode contribuir para o controle efetivo da podridão cinzenta e a promoção da saúde das lavouras.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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