Movimentações variaram entre estabilidade, valorização nas exportações e quedas localizadas.

O mercado físico da soja apresentou movimentos diferentes nas principais regiões produtoras do Brasil, com estabilidade em algumas áreas, leve valorização nas exportações e quedas localizadas no Centro-Oeste.
De acordo com a TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul teve alta no preço no porto com pouca alteração no interior. Em Santa Catarina, os preços mantiveram-se firmes e o Paraná teve sustentação devido ao dólar e prêmios de exportação.
✨ No Rio Grande do Sul, a soja no Porto de Rio Grande alcançou R$ 162,00 por saca, com aumento de 0,62%, enquanto contratos para outubro de 2026 foram cotados a R$ 164,00.
O interior do estado registrou preços como Nonoai a R$ 138,00, Ijuí a R$ 148,30 e Santa Rosa a R$ 149,30. Santa Catarina viu uma disputa acirrada na agroindústria local, com preço de São Francisco do Sul em R$ 156,50.
No Paraná, preços se mantiveram robustos, com Cascavel a R$ 149,00 e Paranaguá a R$ 159,00, alta de 0,28%. Contudo, avisos de tempestades e a preocupação com a pressão da mosca-branca geraram apreensão entre os produtores.
Por outro lado, no Mato Grosso do Sul, houve queda em quase todas as praças, enquanto em Mato Grosso o mercado permaneceu estável. O aumento de 3,35% no custeio total projetado para a safra 2026/27, especialmente por conta de fertilizantes, também é um ponto de atenção.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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