Entenda o que fazer em casos de transtornos em viagens aéreas

Após um avião de pequeno porte sair da pista no Aeroporto Santos Dumont na tarde desta quinta-feira, 13 voos foram redirecionados para o Aeroporto do Galeão e 18 voos foram cancelados, impactando diretamente os passageiros.
Quando um voo sofre atrasos ou cancelamentos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabelece que as companhias aéreas devem fornecer assistência adequada, abrangendo reembolso ou, dependendo das circunstâncias, hospedagem e alimentação.
✨ Os passageiros têm direito a assistência imediata, independentemente da causa do atraso ou cancelamento.
Felipe Bonsenso, especialista em Direito Aeronáutico, ressalta que é crucial para os passageiros contatarem diretamente as companhias aéreas. Em casos de danos como a perda de compromissos importantes, também é possível buscar justiça.
Conforme a resolução 400 da Anac, as empresas precisam notificar logo que souberem da alteração e manter os passageiros informados a cada 30 minutos. Além disso, devem garantir reacomodação ou reembolso total quando o atraso ultrapassar 4 horas.
Para atrasos, as assistências oferecidas são escalonadas conforme o tempo de espera. A partir de 1 hora, o passageiro deve receber comunicação; após 2 horas, alimentação, e após 4 horas pode ter direito à hospedagem, se necessário.
Se a companhia aérea não cumprir as determinações, o passageiro deve inicialmente buscar atendimento através dos canais da empresa. Caso não consiga resolver, pode formalizar uma reclamação no portal Consumidor.gov.br, que auxilia na fiscalização pela Anac.
Em situações onde o passageiro sofre prejuízos significativos, como a perda de um compromisso importante, é possível reivindicar indenização, acionando o Procon. Se necessário, a última instância é procurar a Justiça.
O Código de Defesa do Consumidor (CDC) também se aplica nesses casos, garantindo que as companhias aéreas são responsáveis pelos danos causados aos passageiros.
"No caso de cancelamento de voo, o artigo 14 do CDC estabelece que o prestador de serviço responde pelos danos que causa ao consumidor.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Decisão histórica reverte entendimento anterior e gera incertezas para o setor.

Maria Virgínia Grimwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, é suspeita de repassar informações e receber propinas.

O ex-sócio de Vorcaro é investigado nas tratativas entre o BRB e o extinto Banco Master.

O órgão pede que a CIDH investigue possíveis imparcialidades nas decisões de Nunes Marques nas eleições brasileiras.