Atacante se manifesta sobre alegações de compra ilegal e tentativa de censura

O atacante Richarlison trouxe à tona questões envolvendo uma disputa judicial sobre sua mansão na Ilha Comprida, localizada em Angra dos Reis (RJ). Em uma publicação em seu Instagram, o jogador explicou que o advogado Willer Tomaz, associado ao senador Flávio Bolsonaro, o teria desafiado a demonstrar a legalidade da aquisição da propriedade.
Richarlison mostrou documentos que comprovam valores e trâmites legais relativos à compra da mansão, avaliada em cerca de R$ 10 milhões. De acordo com o relato do atleta, a propriedade foi adquirida em outubro de 2020 em parceria com Renato Velascos e Alencar da Silveira Júnior, e formalizada em cartório, com a Justiça do Rio de Janeiro reconhecendo a posse.
✨ O jogador destacou ainda que, após receber propostas de compra, inclusive uma de Flávio Bolsonaro, não aceitou vender e foi surpreendido por uma manobra judicial que transferiu a posse da ilha para outra empresa em 24 horas.
Richarlison mencionou que tentou resolver a questão diretamente com Flávio Bolsonaro antes das eleições, mas não recebeu resposta. Ele também criticou a manobra que resultou na transferência da propriedade, afirmando que a empresa envolvida economizava custos ao ressuscitar uma entidade decadente e alegou que a Justiça apoiou essa movimentação rapidamente.
Além da disputa pela propriedade, o atacante revelou que enfrentou uma tentativa de censura por parte de Willer Tomaz, que se utilizou de um processo para silenciá-lo sobre a disputa. A Justiça, no entanto, negou a tentativa de restrição à liberdade de expressão, destacando que as postagens de Richarlison eram direcionadas a Flávio Bolsonaro.
Richarlison reafirmou sua determinação em reaver a propriedade na condição em que estava antes de sua demolição e espera o desfecho do processo.
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