Ministro Edson Fachin não aborda a crise em sessão que tratou de outros temas.

O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta quarta-feira (16) sua primeira sessão plenária após uma extraordinária marcada por confrontos entre ministros. Embora a tensão estivesse presente, o presidente da Corte, Edson Fachin, não tratou da crise envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça e o caso relacionado ao Banco Master.
Fachin iniciou os trabalhos sem mencionar os embates anteriores, o pedido de vista feito por Flávio Dino ou o futuro dos processos em questão. Não houve esclarecimento sobre a continuidade da sessão prevista para a próxima semana, onde a atuação de Mendonça deve ser discutida.
✨ Na pauta da sessão, o STF avaliou a imunidade do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) na integralização de capital de empresas com atividade imobiliária, mas o julgamento foi interrompido quando Moraes pediu vista.
A decisão de não abordar imediatamente o caso do Banco Master se contrapôs às intensas seis horas de discussão que ocorreram no dia anterior. A convocação teve como objetivo discutir um relatório da Polícia Federal, mas terminou sem um desfecho claro, uma vez que o assunto foi eclipsado por uma discussão sobre a própria condução do STF.
Ministros levantaram questões sobre a relatoria de Fachin e a possibilidade de unir os casos de Moraes e Mendonça. A sessão culminou em um placar parcial favorável à separação dos processos. O pedido de vista de Dino adiou a resolução da crise, que permanece sem solução definitiva.
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Jornalista especializado em Justiça

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