João Paulo Capobianco assume o Ministério do Meio Ambiente após saída de Marina Silva
O novo ministro enfrentará grandes desafios na luta contra o desmatamento e mudanças climáticas

Após a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente para concorrer nas eleições deste ano, João Paulo Capobianco, que era seu secretário-executivo, assume a liderança da pasta. Esta transição ocorre em um momento crítico, onde os índices de desmatamento no país são alarmantes.
Ações e Estratégias no Combate ao Desmatamento
Desde 2023, o Ministério vem implementando medidas rigorosas para reverter o aumento do desmatamento, promovendo a cooperação com estados e municípios, além de intensificar as atividades de fiscalização e conservação.
"A luta contra as mudanças climáticas e o desmatamento é uma prioridade contínua em nossa gestão
Capobianco, que acompanhou Marina em apresentações de dados e estratégias, também teve um papel importante na preparação para eventos como a COP30 e no desenvolvimento do Plano Clima. Esse plano é fundamental para orientar estratégias que visam reduzir as emissões nos próximos anos.
✨ Ao todo, o ministério foi reestruturado em cinco secretarias, focando na eficiência e fortalecimento da gestão ambiental.
Sobre João Paulo Capobianco
Biólogo com doutorado em Ciência Ambiental pela USP, João Paulo é reconhecido pela sua vasta experiência em política ambiental, tendo ocupado posições relevantes tanto no ministério quanto em diversas ONGs de destaque.
Capobianco já havia sido um dos coordenadores da campanha de Marina Silva em 2010, que resultou em uma terceira colocação nas eleições presidenciais. Seu papel no ministério será crucial para manter e aprimorar os resultados ambientais já alcançados, especialmente na questão do desmatamento.
- 1Manter os índices de desmatamento sob controle
- 2Promover a regularização fundiária
- 3Ampliar o suporte a estados e municípios nas questões ambientais
A criação de uma 'autoridade climática' foi uma proposta defendida por Marina Silva, mas que perdeu força ao longo do mandato. O foco inicial está agora em consolidar as iniciativas já em curso antes de abrir novas estratégias.
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