Levantamento revela condenações que somam quase R$ 5,7 milhões por problemas na aplicação de recursos públicos.

Um levantamento do g1 revelou que dez políticos eleitos em 2026 tiveram contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU), resultando em condenações que somam quase R$ 5,7 milhões. Os problemas se referem principalmente à aplicação inadequada de recursos públicos em gestões anteriores.
As irregularidades abrangem uma variedade de questões, como a falta de prestação de contas, comprovação de pagamentos a obras inacabadas e problemas relacionados à contratação de artistas. Este levantamento considerou apenas as decisões do TCU que responsabilizaram diretamente os políticos, excluindo casos em que a responsabilidade era das prefeituras.
✨ Cerca de R$ 4 milhões devem ser devolvidos aos cofres públicos, enquanto as multas somam aproximadamente R$ 1,6 milhão.
Os políticos com contas julgadas irregulares incluem Elias Santiago (PT-PA), Rui Begot (Pode-PA) e Janaínna Marques (PT-PI), entre outros. A maioria deles ocupava o cargo de prefeito quando as irregularidades ocorreram. Embora a inclusão na lista do TCU não impeça automaticamente a disputa em eleições, cabe à Justiça Eleitoral analisar as condições para eventual inelegibilidade.
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