Casos de intoxicação por cafeína estão em aumento, requerendo atenção especial.

Em abril de 2026, a família de uma jovem texana de 17 anos processou uma distribuidora de energético, após a morte da adolescente ser atribuída a um coração grande, uma condição considerada resultado do estresse por ingestão excessiva de cafeína.
O advogado da família, Benny Agosto Jr., destacou que "cafeína era a única substância encontrada no organismo da jovem" e criticou os avisos inadequados sobre os riscos cardíacos associados ao consumo do produto.
✨ A dose letal média de cafeína para o ser humano é de 150 mg por quilo corporal.
Embora mortes por intoxicação de cafeína sejam raras, a preocupação com o aumento da oferta de produtos cafeinados, como energéticos e suplementos, está crescendo. O FDA recomenda um limite diário de 250 mg de cafeína, apesar de considerar até 400 mg como seguro para a maioria dos adultos.
O tempo de meia-vida da cafeína no organismo pode chegar a nove horas e meia, o que significa que pequenas doses consumidas ao longo do dia podem acumular e resultar em uma quantidade letal. Casos documentados de overdose frequentemente envolvem produtos industrializados com cafeína.
Um estudo em 2022 relatou que um homem de 29 anos no País de Gales faleceu após calcular erroneamente sua dose de cafeína em pó, excedendo o limite recomendado.
Para a segurança, é importante que crianças, adolescentes e indivíduos com problemas cardíacos limitem o consumo de cafeína, mesmo que a quantidade típica em bebidas como chá, café e refrigerantes não provoque intoxicação em pessoas saudáveis.
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Jornalista especializado em Saúde

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