Discussão sobre limites na aplicação do imposto impacta arrecadação municipal.

A primeira parcela e a cota única do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU) de São Luís estão programadas para vencer na próxima sexta-feira, 10 de setembro. Enquanto isso, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa um tema importante relacionado à cobrança do imposto.
O STF retoma a discussão sobre a utilização da área dos imóveis para a definição da alíquota de IPTU. O julgamento, que ocorre até sexta-feira, aborda embargos de declaração feitos pela cidade de Chapecó (SC), que contesta uma decisão que considerou inconstitucional a aplicação de alíquotas baseadas unicamente na metragem do imóvel.
✨ Somente no ano passado, cinco mil municípios arrecadaram juntos R$ 81,8 bilhões com o IPTU, impactando diretamente a receita das prefeituras.
A importância desta discussão se reflete na arrecadação municipal, uma vez que o IPTU é uma das principais fontes de receita. A análise das condições de cobrança de diferentes municípios, e as implicações do julgamento do STF, estão em pauta, com a expectativa de que isso possa impactar as legislações locais.
Chapecó, por exemplo, busca reverter a decisão do STF que julgou inconstitucional a alíquota de 1% para imóveis residenciais com área igual ou superior a 400 metros quadrados. Apoiando-se em embargos, a prefeitura argumenta que a área não deve ser considerada um critério isolado na definição do imposto.
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Jornalista especializado em Brasil

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