Decisão do ex-presidente do STF destaca seu desejo de contribuir internamente para a resolução da crise na Corte.

Luís Roberto Barroso, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não assinar a carta que expressa apoio ao atual presidente do tribunal, Edson Fachin. A ação ocorre em meio a uma crise que é considerada a mais aguda na história da Corte.
Barroso acredita que, por ter deixado o STF há pouco tempo, pode contribuir de forma mais efetiva internamente. Ele mantém diálogos com outros ministros, como Alexandre de Moraes e André Mendonça, e expressou seu comprometimento em buscar soluções para a crise.
✨ Barroso justificou sua decisão ao afirmar que não se sente confortável em assinar um manifesto externo, que poderia limitar sua capacidade de dialogar e contribuir internamente.
A carta, assinada por 13 ex-ministros, reclama a convocação urgente de uma sessão do plenário para apurar os ‘gravíssimos fatos’ que envolvem a crise atual. Entre os signatários estão Joaquim Barbosa, Rosa Weber e Celso de Mello.
Os ex-ministros expressaram confiança em Fachin para liderar esta nova fase, mas enfatizaram a necessidade de uma apuração rigorosa dos acontecimentos, que, segundo eles, afetam o prestígio e a autoridade do STF.
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Jornalista especializado em Justiça

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