Senador é acusado de calúnia pelo ex-deputado Capitão Wagner

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, estabeleceu um prazo de 15 dias para que Camilo Santana, senador pelo PT do Ceará, responda a uma queixa-crime apresentada pelo policial militar e pré-candidato ao Senado, Capitão Wagner.
A denúncia alega que Santana associou Wagner à liderança de motins, um ato ilegal cometido por militares durante conflitos com autoridades superiores, conforme define o Código Penal Militar.
✨ A queixa foi baseada em uma entrevista de Santana, onde as acusações foram amplificadas por uma matéria do Diário do Nordeste.
Segundo Capitão Wagner, a fala de Santana foi divulgada em um amplo canal de comunicação, atraindo 570 mil inscritos no YouTube, o que potencializou o impacto da notícia e, segundo ele, configurou uma grave ofensa que busca denegrir sua imagem como adversário político.
Os motins militares são considerados crimes graves e podem resultar em severas penalidades. A identificação de um autor por outro, nesse contexto, pode ter repercussões significativas na política local.
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Jornalista especializado em Justiça

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