Tribunal encaminha processo à CVM e MPF para investigar suposto uso de informação privilegiada.

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu considerar improcedente a representação que apontava supostas irregularidades na compra de 12 termelétricas da Eletrobras pela Âmbar Energia, além de questionar a Medida Provisória 1.232/26.
A medida foi criada pelo governo federal para facilitar a troca de controle da Amazonas Energia, com o objetivo de reestruturar a situação financeira da distribuidora e assegurar a continuidade do fornecimento de energia no estado.
✨ As termelétricas adquiridas estão situadas na região Norte do Brasil, atendendo a sistemas isolados de energia e fornecendo eletricidade para a Roraima Energia e outros.
Contudo, o TCU enfatizou que a compra das termelétricas estava interligada a um dispositivo que permitia a conversão de certos contratos de fornecimento dessas usinas em contratos de energia de reserva, alterando assim a forma de contratação e pagamento pela energia.
Além disso, o tribunal determinou o encaminhamento do processo e do acórdão à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e ao Ministério Público Federal (MPF), a fim de que sejam verificadas possíveis ações em decorrência de indícios sobre o uso de informação privilegiada na operação.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Aneel volta a analisar possíveis sanções à distribuidora de energia após liminar ser revertida.

Decisão tem impacto potencial de R$ 35 bilhões, mas modulação dos efeitos ainda será definida pelo Supremo.

Decisão inclui transporte, alimentação e intérpretes para comunidades que precisam se deslocar para votar.

Decisão determina nova análise sobre penalidade administrativa imposta pelo MAPA.