Especialistas destacam hábitos que podem reduzir riscos associados ao Alzheimer.

O Dia Mundial do Alzheimer, celebrado em 21 de setembro, destaca o aumento dos casos de demência ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) registra anualmente cerca de 10 milhões de novos casos, sendo que no Brasil, 8,5% da população com 60 anos ou mais é afetada pela condição.
Embora fatores como idade e predisposição genética sejam inalteráveis, aspectos do estilo de vida e condições de saúde podem ser modificados. A neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da startup de neurorreabilitação NeuronUP, observa: 'Uma pessoa pode levar um estilo de vida saudável e ainda assim desenvolver Alzheimer. Mas isso não significa que nossos hábitos sejam irrelevantes. Podemos, sim, agir sobre determinados fatores para reduzir a probabilidade de declínio cognitivo e cuidar melhor da nossa saúde cerebral.'
✨ De acordo com a OMS, até 45% dos riscos de demência podem ser atribuídos a fatores modificáveis, como sedentarismo, hipertensão e isolamento social.
Martha Medina sugere três hábitos que podem contribuir para a saúde cerebral: manter-se fisicamente ativo, estimular o cérebro e preservar vínculos sociais. A prática de atividades físicas regulares, combinando exercícios aeróbicos com atividades de força, é fundamental. Além disso, aprender coisas novas e manter relações significativas ajudam a evitar o isolamento social e promovem um melhor desempenho cognitivo.
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Jornalista especializado em Saúde

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