Advogado pedia indenização de 12 bilhões de reais por clonagem de DNA e controle mental.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, decidiu rejeitar uma ação proposta por um advogado de Goiás, que alegava ser vítima de uma suposta organização internacional dedicada, entre outras atividades, à clonagem de DNA. O autor, Kelmo Martins Bandeira, solicitava uma indenização no valor de 12 bilhões de reais.
Na petição, que continha diversas alegações desconexas, o advogado listado como autor indicou uma série de 'réus', incluindo a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, diversas polícias estaduais, além de figuras como o Papa Leão XIV e Hunter Biden, filho do ex-presidente dos EUA, Joe Biden.
Além da indenização, o autor pedia a implementação da 'criminalização da clonagem de DNA', a 'proibição da alteração genética' e o 'controle dos robôs'. Fachin, ao arquivar a ação em 4 de setembro, destacou que a peça não apresentava qualquer fundamento jurídico que pudesse justificar a atuação do STF e que suas alegações eram incoerentes e sem provas.
✨ Fachin determinou que, diante da manifesta inviabilidade do pedido, o trânsito em julgado fosse certificado imediatamente.
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Jornalista especializado em Justiça

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