Análise de dados pode impactar investigações do caso Henry Borel

A Justiça do Estado do Rio de Janeiro decidiu autorizar a quebra de sigilo do celular de Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, condenado pela morte de Henry Borel. A medida, tomada pela juíza Elizabeth Machado Louro, visa facilitar a coleta de dados relevantes para as investigações em andamento.
A Divisão Especial de Inteligência Cibernética (DEIC) do Ministério Público do Rio de Janeiro será responsável pela extração das informações do dispositivo, apreendido na quarta-feira, 1º, na cela de Jairinho no Complexo de Gericinó. O promotor Fábio Vieira dos Santos destacou que a análise dos dados é fundamental para entender as circunstâncias da custódia provisória do réu e a possível influência que ele poderia exercer externamente durante o período em que está detido.
✨ A análise do celular visa identificar contatos e comunicações que possam afetar o processo judicial.
Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação, comentou sobre a necessidade de investigar os ataques coordenados que visam desacreditar o crime perante a sociedade e influenciar o júri popular. "Agora precisa ser investigado até o fim", enfatizou Leniel.
Além disso, a Justiça já havia tomado medidas preventivas no caso, como a proibição de Jairo Souza Santos, conhecido como 'Coronel Jairo', de divulgar vídeos que atacam Leniel Borel e a ordem para que o Google Brasil removesse conteúdos prejudiciais.
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