Nutricionista explica que fatores como a refeição e a qualidade do sono influenciam a disposição após o almoço.

Após o almoço, muitas pessoas se deparam com a sonolência, caracterizada por bocejos e dificuldade de concentração. Segundo a nutricionista Tatiana Eto, da Faculdade Anhanguera, essa sensação é comum e pode ser causada por vários fatores.
O corpo tem variações naturais no estado de alerta ao longo do dia, especialmente após as refeições. Esse fenômeno pode ser mais acentuado no início da tarde, mas a alimentação pode influenciar como a sonolência é percebida.
"Não podemos atribuir o sono após o almoço a um único alimento ou nutriente. O tamanho da refeição, sua composição, a qualidade do sono da noite anterior e a própria rotina da pessoa são fatores que precisam ser considerados.
✨ O processo de digestão exige energia do corpo, o que pode levar à sonolência, especialmente após refeições muito volumosas ou pesadas.
Tatiana destaca que a sonolência não está relacionada exclusivamente aos carboidratos, mas sim ao todo da refeição. Portanto, alimentos como arroz e batatas podem fazer parte de um almoço equilibrado sem causar efeito adverso, desde que respeitadas as quantidades.
Além da alimentação, a qualidade do sono também desempenha um papel crucial. A falta de descanso adequado pode ampliar a sensação de cansaço durante o dia. Manter uma rotina adequada de sono e uma boa hidratação são recomendações importantes.
Quando a sonolência se torna excessiva ou interfere nas atividades diárias, mesmo após uma boa noite de descanso, a consulta a um profissional é aconselhada. Tatiana Eto alerta que a sonolência não é sempre um problema, mas é preciso atenção quando ela prejudica a rotina.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Descubra três opções de chás que contribuem para um sono tranquilo.

Especialista ressalta que a distribuição das refeições influencia o metabolismo e a saúde.

Entenda o papel da Anvisa na fiscalização de medicamentos, alimentos, cosméticos, vacinas e outros produtos que fazem parte do dia a dia dos brasileiros.

Mudanças na aparência, como palidez e olheiras, não confirmam a deficiência de ferro.