Defesa argumenta inconsistências na condenação de 24 anos

A defesa de Anderson Torres apresentou hoje ao Supremo Tribunal Federal um pedido de revisão criminal da sentença que o condenou a 24 anos de prisão por sua participação em uma trama golpista.
Essa revisão criminal se configura como um recurso para que indivíduos já julgados busquem reavaliações de suas punições após a finalização do processo.
✨ Os advogados pedem não só a absolvição de Torres, mas também a reanálise da pena imposta.
A defesa argumenta que o pedido deve ser analisado pelo ministro Kássio Nunes Marques, relator de um caso semelhante do ex-presidente Jair Bolsonaro, em que foram utilizados os mesmos elementos de prova.
Eumar Novacki, advogado de Torres, declarou: "O que estamos buscando é a soltura imediata, a declaração de procedência da revisão criminal, desconstituindo a condenação e absolvendo Torres".
Caso não seja possível a absolvição, a defesa solicita igualmente que o Tribunal reclassifique os crimes e reduza a pena ao mínimo legal.
A discussão sobre a pena de Torres inclui a alegação de que a punição foi fixada acima do mínimo legal sem justificativas suficientes, violando o princípio da individualização da pena previsto na Constituição.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Decisão considera o bem-estar da criança em situação excepcional

Ministro do STF descarta recurso que pedia liberdade ao ex-presidente

Presidente do STF destaca necessidade de penalizar condutas inadequadas

Relatoria foi sorteada entre os ministros da Segunda Turma do STF